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Como liderar uma reunião voltada a projeto social

Como você introduziria uma ideia para gerar mudanças? Incentivado pela nova flexibilidade da organização no que se refere a reuniões e quadro associativo, o coordenador do Rotary Robert Wallace e sua equipe fizeram um workshop durante a Conferência do Distrito 7070 para mostrar aos clubes como variar o formato das reuniões e criar experiências engajadoras para os rotarianos.

Depois de fazer uma pesquisa com os clubes sobre suas reuniões, eles descobriram que, frequentemente, elas englobavam refeições, discussões operacionais e pedidos de doação. Muitos expressaram que, em vez disso, queriam atividades que envolvessem a comunidade.

Para demonstrar como unir reuniões tradicionais e projetos sociais, os facilitadores do treinamento disseram aos participantes que, depois do evento, iriam doar presentes a um banco de alimentos (seriam itens para famílias carentes comemorarem o aniversário de seus filhos). Depois de explicar a ideia, os participantes foram divididos em grupos para decidirem como iriam preparar as sacolas com as lembrancinhas.
 
No final da sessão, que durou 90 minutos, cada grupo compartilhou com o restante da sala como havia preparado sua sacolinha de presentes. Os facilitadores disseram que o nível de energia e entusiasmo na sala estava muito alto e que os participantes gostaram muito de participar do projeto.  
 
Wallace recomenda que, durante treinamentos sobre mudanças inovadoras, os facilitadores deem aos participantes a chance de interagir e determinar os resultados, sem colocar pressão para que uma decisão seja tomada. 

(Fonte: Rotary Training Talk, fevereiro 2018)

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Em 8 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher

O dia 8 de março é dedicado às mulheres. As origens dessa data conhecemos. No entanto, é importante conhecermos a atuação das mulheres nos quadros dos Rotary Clubs em todo o mundo. Sabemos que a admissão delas somente foi oficializada no Conselho de Legislação em 1989, após inúmeras tentativas feitas décadas antes. Hoje, não conseguimos imaginar os Rotary Clubs sem a presença feminina. Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e à Mulher em Rotary, reproduzimos um artigo de César Romão, conferencista e escritor:

 

O lado feminino do Rotary

Queiram ou não alguns rotarianos mais conservadores ou conservados, o lado feminino do Rotary está presente desde a sua fundação.

Não dizemos: “o Roda Rotário”, e sim: “a Roda Rotária”; não dizemos: “o Fundação Rotária”, e sim: “a Fundação Rotária”; não dizemos: “o Festivo Rotário”, e sim: “a Festiva Rotária”…

Em todos os contextos, de qualquer organização, o lado feminino está presente, embora muitas pessoas ainda façam de conta que ele nem existe.

Todo lado feminino é inspirado na Mulher: este Ser que dispensa apresentações, mas em alguns Rotarys é muito difícil de apresentá-la.

Por mais incrível que pareça, tenho visto alguns Clubes de Rotary que não têm mulheres em seu quadro social. A princípio pensei que o problema fosse das candidatas regionais, porém, para minha surpresa, o problema está em alguns dos próprios companheiros que não aceitam as mulheres em seus Clubes.

– Que tipo de Rotary Club pode ignorar o potencial feminino e suas qualidades imensuráveis?
– Que tipo de Rotary Club pode, nos tempos de hoje, ainda tentar fazer um Clube do Bolinha?
– Que tipo de Rotary Club pode estar tão atrasado em relação às tendências humanas?
– Que tipo de Rotary Club desperdiçaria a segunda parte da Criação Universal?
– Que tipo de Rotary Club não teria amadurecido nestes últimos 100 anos da criação do Rotary International?
– Que tipo de Rotary Club ainda tem Pica-Pau Rotário?

O meu Rotary Club não é, pois no Rotary Club São Paulo Barra Funda, o lado feminino é festejado e muito incentivado. Lá estamos em busca destas mulheres que possam trazer ao nosso trabalho um incentivo diferenciado, que somente um lado feminino pode ofertar.

Será que Paul Harris teve o apoio de sua esposa para fundar e continuar frequentando o Rotary?

É claro que sim! Se o lado feminino não aprovar, o lado masculino vai apenas respeitar e seguir à risca as instruções.

Mas o lado feminino é tão grandioso que deixa os louros para o lado masculino. As esposas de rotarianos, ao suportarem a carga rotária dos maridos, demonstram o quanto o lado feminino do Rotary é importante.

Aliás, vale lembrar que se o lado feminino fizer pressão para o rotariano afastar-se do Clube, haja motivação rotária para segurá-lo.

Observe quantas mulheres em Presidência de Clubes ou Governadoras de Distrito já temos em Rotarys, e todas com muito sucesso em suas gestões, eis a luz do brilho.

Um rotariano como Paulo Viriato, com certeza, tornou-se um Anjo-Rotário e vou elevar meus pensamentos a ele num gesto de homenagem e também solicitando um pouco de sua consciência aos Rotarys Clubs que ainda não aceitam mulheres em seu quadro social. Não são muitos, mas existem e esta pequena existência pode causar uma contaminação nociva à existência maior.

O lado feminino do Rotary é onde a lógica encontra a compaixão; onde a razão cruza com a emoção; onde o jeito rude masculino submete-se à delicadeza; onde o fazer sem graça encontra a graça; onde a solitária Roda Rotária dos Marcos encontra companhia; onde a seriedade do protocolo encontra alegria; onde o silêncio encontra razões para manifestar-se; onde os motivos encontram ótimas justificativas; onde a dureza do coração encontra a bondade; onde o Servir prolifera em terreno fértil; onde o bater dos talheres nas reuniões cala-se diante da palavra feminina na mesa presidencial ou na tribuna; onde o Sino apenas indica respeito sem gongar; onde o cinza dos Clubes transmuta nas sete cores do arco-íris; onde…

Cuidado! Raros, mas existentes e resistentes Rotary Clubs que ainda não descobriram a importância do lado feminino do Rotary, o exemplo não é “uma” maneira de fazer a ética valer: é a “única”.

Tudo aquilo que reprimimos, no mundo em que vivemos, é uma manifestação sutil de algum assunto ainda mal resolvido dentro de nossas entranhas comportamentais. Quanto maior a luz, maior será a sombra. O caminho da igualdade sempre passa pelos atalhos do respeito com a diversidade.

(Fonte: www.cesarromao.com.br)

 

 

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Fevereiro: Mês da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos

Colaborar para o avanço da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos é um dos mais importantes aspectos dos serviços do Rotary International. Como membros de uma organização mundial, os rotários encontram-se numa posição privilegiada de poder disseminar a boa-vontade no seu país e fora dele.

Como já dizia Paul Harris, fundador do Rotary International: “Para promover a compreensão mundial, precisamos consciencializar um grande número de pessoas – rotários e não-rotários– e esta tarefa não pode ser realizada individualmente”. E, para comemorar o mês da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos nada melhor do que criar consciência sobre a história do Rotary, divulgando os seus trabalhos. 

Compartilhando os sucessos do seu clube, estará contribuindo para que a imagem do Rotary seja respeitada e reconhecida pela comunidade. Além disso, para assegurar a existência de futuras gerações de rotários, o trabalho de promoção do Rotary deve ser realizado também entre os jovens.

No dia 23 de Fevereiro, aniversário do Rotary, comemora-se também o dia da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos. Todos os Clubes são incentivados a planear eventos para marcar o aniversário de 113 anos do Rotary. Nessa ocasião, todos os clubes devem prestar reconhecimento e dar destaque ao trabalho do Rotary em prol da compreensão, da amizade e da paz mundial.

(Fonte: Rotary Club de Torres Vedras, Portugal)

 

Quadro em destaque acima: “Guerra e Paz” de Cândido Portinari. 
São dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Cândido Portinari, entre 1952 e 1956. Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek. (Wikipedia)

 

 

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O que são as Conferências Presidenciais da Paz

Em 2018 o presidente do RI, Ian Riseley, será o anfitrião de seis Conferências Presidenciais da Paz que visam conectar o assunto com as outras cinco , e também com o meio ambiente. Esses eventos objetivam:

  • elevar o status do Rotary como líder global em cada uma das áreas de enfoque;
  • mostrar o impacto causado pela Fundação Rotária;
  • instruir e inspirar os participantes a prestar serviços;
  • dar oportunidades a rotarianos e não rotarianos de trabalharem juntos.

As conferências

As conferências são abertas a todos, independentemente da pessoa ser associada de um Rotary Club ou não. Saiba mais sobre cada evento e inscreva-se on-line pelos links a seguir:

10 de fevereiro – , Vancouver, Canadá

17 de fevereiro – , Beirute, Líbano

24 de fevereiro – , Coventry, Inglaterra

17 de março – , Sidney, Austrália

28 de abril – , Taranto, Itália

2 de junho – , Chicago, EUA

Assista ao vídeo do presidente aqui. (inglês)

(Fonte: Rotary International)

 

 

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Conheça Barry Rassin, presidente do Rotary em 2018-19

Rassin fez MBA em saúde e administração hospitalar na Universidade da Flórida e é o primeiro membro do Colégio Americano de Executivos de Assistência Médica nas Bahamas. Recentemente, ele se aposentou depois de 37 anos como presidente do Doctors Hospital Health System, onde continua servindo como consultor. Ele é membro vitalício da Associação Americana de Hospitais e serviu em vários conselhos diretores, incluindo do Quality Council of the Bahamas, Health Education Council, e Employer’s Confederation.

Rotariano desde 1980, Rassin serviu ao Rotary como diretor, líder de treinamento e assessor do presidente de 2015-16, K.R. Ravindran. Atualmente ele é o vice-chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária.

Rassin recebeu o Prêmio Dar de Si Antes de Pensar em Si, a maior homenagem concedida pelo Rotary, além de outros reconhecimentos humanitários por sua liderança a esforços de assistência no Haiti após o terremoto de 2010. Ele e sua esposa, Esther, são doadores extraordinários e Benfeitores da Fundação Rotária.

O presidente eleito de RI Barry Rassin e sua esposa Esther, quando da sua apresentação durante a Assembleia Internacioanl em San Diego, California, EUA.

(Fonte: Rotary International)

 

 

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Lema Presidencial de 2018

Barry Rassin, presidente do RI de 2018-19, quer que todo rotariano “Seja a Inspiração”

Por Hank Sartin, Fotos de Monika Lozinska

No domingo, o presidente eleito do Rotary International, Barry Rassin, falou da sua visão para a nossa organização, pedindo aos líderes presentes que contribuam ao futuro sustentável da entidade inspirando rotarianos e pessoas de fora do Rotary.

Rassin, que é associado do Rotary Club de Nassau Leste, nas Bahamas, revelou seu lema presidencial de 2018-19 — Seja a Inspiração — aos próximos governadores de distritos rotários na Assembleia Internacional do Rotary em San Diego, EUA. “Eu quero que vocês inspirem os rotarianos dos seus clubes a almejar o sucesso, a querer ser mais e ir mais longe. Sejam a motivação que instiga os outros a superar seus limites.”

Rassin enfatizou a força do Rotary contida na declaração de visão da entidade: “Juntos, vemos um mundo onde as pessoas se unem e entram em ação para causar mudanças duradouras em si mesmas, nas suas comunidades e no mundo todo”. Segundo ele, essa declaração descreve o Rotary que seus líderes precisam construir.

Para tornar essa visão em realidade, o presidente eleito falou que os rotarianos precisam cuidar do Rotary: “Nós somos, acima de tudo, uma organização de associados. Se queremos servir, se queremos atingir nossas metas, precisamos, primeiramente, cuidar muito bem dos nossos associados”.

Rassin pediu aos novos governadores que inspirassem “os rotarianos de seus distritos a desejarem promover mudanças, a desejarem fazer mais, a desejarem desenvolver seu potencial ao máximo. “Vocês têm a responsabilidade de incentivá-los, de ajudá-los a progredir”, enfatizou ele.

Progresso na luta contra a pólio

Segundo Rassin, o trabalho do Rotary para a erradicação da pólio é uma fonte imensa de inspiração. Ele descreveu o progresso incrível alcançado nas últimas três décadas. Em 1988, cerca de 350.000 pessoas sofreram paralisia como resultado de infecção pelo vírus da pólio selvagem; em 2017, apenas 21 casos foram documentados até 10 de janeiro. “Nós estamos vivendo um momento incrivelmente empolgante na erradicação da pólio”, comentou ele, “um ponto no qual cada novo caso de pólio pode vir a ser o último”.

Rassin enfatizou que mesmo após o último caso de pólio tiver sido documentado, o trabalho continuará existindo. “A paralisia infantil não estará erradicada até que o comitê responsável confirme isso. Para tanto, nenhum vírus da pólio deve ser encontrado em rios, em esgotos ou em uma criança por pelo menos de três anos”, explicou ele. “Até lá, temos que continuar trabalhando exatamente como agora.” Rassin é defensor das atividades de vigilância em relação ao vírus da pólio e da imunização contra doenças.

Sustentabilidade ambiental

Nos últimos anos, o Rotary tem enfocado fortemente no tema da sustentabilidade em seus serviços humanitários. Rassin é da opinião de que todos devem se conscientizar sobre os problemas reais derivados da poluição, degradação ambiental e mudanças climáticas. Ele observou que 80% de seu próprio país está a um metro do nível do mar. “Considerando os estudos de que o nível do mar subirá dois metros até 2100, em 50 anos meu país desaparecerá, junto com a maioria das ilhas do Caribe e cidades costeiras”, disse ele.

Rassin pediu aos líderes presentes no salão de plenárias que encarassem todo o trabalho desenvolvido pelo Rotary como parte de um sistema global maior. Segundo ele, isso significa que os novos governadores precisam ser uma inspiração não só para seus clubes, mas também para todos na região em que atuam. “Queremos que o bem que fazemos seja duradouro. Queremos tornar o mundo um lugar melhor não apenas onde vivemos, não apenas para nós, mas em todos os lugares, para todos e para as gerações futuras”.

(Fonte: Rotary International)

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Janeiro é o mês dos Serviços Profissionais

Mensagem de Janeiro de 2017

Por José Ubiracy Silva*

A Avenida de Serviços Profissionais ficou conhecida como Avenida da Sinceridade, motivadora do princípio que estabelece o reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional. Os Serviços Profissionais de que o Rotary se ocupa neste mês de janeiro constituem importante veículo pelo qual nossa organização promove e apoia a aplicação e adesão aos mais altos padrões de ética em todas as ocupações úteis e idôneas, advogando lealdade aos empregadores e empregados, e tratamento justo tanto para eles quanto para os concorrentes, o público e todos aqueles com os quais se têm relações profissionais ou de negócios.

Os Serviços Profissionais significam particularmente a obrigação de cada detentor de uma classificação no Rotary divulgar esses princípios em todos os seus relacionamentos de negócio e de profissão com os não rotarianos, de forma a estimular-lhes o interesse pela nossa organização. Igualmente, compartilhar com os seus companheiros rotarianos os ideais do seu próprio trabalho ou profissão. Paralelamente, oferecem aos jovens orientação vocacional, informações sobre determinadas profissões e assistência na escolha de uma profissão.

Independentemente da maneira como os Serviços Profissionais são abordados, é por intermédio deles que os rotarianos reconhecem o valor de todas as profissões úteis e demonstram o compromisso com os altos padrões de ética em todos os negócios e profissões.

Neste ano em que festejamos o centenário da nossa Fundação Rotária, cabe lembrar aqui que ela pode atuar nos Serviços Profissionais, patrocinando a realização de Prêmios Rotários de Liderança Juvenil (Ryla) e encontros de formação profissional de Interact e Rotaract Clubs. Além disso, a nossa Fundação, principalmente, patrocina bolsas de estudo para cursos de graduação e pós-graduação, incluindo as Bolsas Rotary pela Paz.

A classificação no clube a que pertencemos tem certamente muito a ver com o motivo pelo qual ingressamos no Rotary. É muito provável que alguém tenha visto seu potencial como rotariano por você ser uma pessoa respeitada em seus negócios ou em sua profissão.

Todo Rotary Club é uma amostra representativa da população profissional e empresarial de sua comunidade, o que garante a diversidade de experiências e perspectivas pelo nosso sistema de classificação. As classificações e os Serviços Profissionais caminham juntos e, assim como os rotarianos representam suas profissões no Rotary, eles também representam o Rotary em suas ocupações.

* O autor é José Ubiracy Silva, diretor 2015-17 do Rotary International.

(Fonte: Revista Rotary Brasil)

 

 

O que você pode fazer para celebrar o mês dos Serviços Profissionais?

Como rotariano você pode iniciar algumas ações para colocar os ideais para promoção dos profissionais em prática.

• Fale sobre a sua profissão no seu clube e aprenda sobre as profissões de seus colegas;
• Utilize as suas habilidades profissionais para servir à comunidade;
• Pratique a sua profissão com integridade e inspire os outros a agirem eticamente através de suas próprias palavras e ações;
• Ajude um jovem a alcançar as suas aspirações profissionais; oriente e apoie outras pessoas para que se desenvolvam profissionalmente.

Se você faz qualquer uma destas atividades, já está realizando Serviços Profissionais.

(Fonte: Rotary Club Torres Vedras, Portugal, publicado em 21/12/2017)

 

 

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Ações pela paz na América Latina

Wendy Pacay é bolsista do Rotary pela Paz, programa patrocinado pela Fundação Rotária, e estuda no Centro Rotary pela Paz na Universidade de Chulalongkorn, em Bancoque, Tailândia. Em seu relato conta sobre sua infância e a escola que teve oportunidade de frequentar.

A despeito do ensino primário ser obrigatório e ser provido gratuitamente pelo governo, Wendy, que é natural da Guatemala, relata que as meninas estudam em média somente por 4,1 anos. Além disso, 25% da população são analfabetos, em sua grande maioria de origem indígena. As escolas públicas localizadas nas regiões rurais do país não possuem material pedagógico adequado, e a evasão escolar é grande, pois as crianças e os jovens precisam ajudar suas famílias na lavoura.

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