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Como liderar uma reunião voltada a projeto social

Como você introduziria uma ideia para gerar mudanças? Incentivado pela nova flexibilidade da organização no que se refere a reuniões e quadro associativo, o coordenador do Rotary Robert Wallace e sua equipe fizeram um workshop durante a Conferência do Distrito 7070 para mostrar aos clubes como variar o formato das reuniões e criar experiências engajadoras para os rotarianos.

Depois de fazer uma pesquisa com os clubes sobre suas reuniões, eles descobriram que, frequentemente, elas englobavam refeições, discussões operacionais e pedidos de doação. Muitos expressaram que, em vez disso, queriam atividades que envolvessem a comunidade.

Para demonstrar como unir reuniões tradicionais e projetos sociais, os facilitadores do treinamento disseram aos participantes que, depois do evento, iriam doar presentes a um banco de alimentos (seriam itens para famílias carentes comemorarem o aniversário de seus filhos). Depois de explicar a ideia, os participantes foram divididos em grupos para decidirem como iriam preparar as sacolas com as lembrancinhas.
 
No final da sessão, que durou 90 minutos, cada grupo compartilhou com o restante da sala como havia preparado sua sacolinha de presentes. Os facilitadores disseram que o nível de energia e entusiasmo na sala estava muito alto e que os participantes gostaram muito de participar do projeto.  
 
Wallace recomenda que, durante treinamentos sobre mudanças inovadoras, os facilitadores deem aos participantes a chance de interagir e determinar os resultados, sem colocar pressão para que uma decisão seja tomada. 

(Fonte: Rotary Training Talk, fevereiro 2018)

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Em março Rotaract completa 50 anos

O ano de 2018 será importante para o movimento do Rotaract. É o ano em que o programa completa 50 anos de existência que serão comemorados na Semana Mundial do Rotaract, entre 12 e 18 de março. Na matéria a seguir, o autor fala um pouco sobre o assunto:

 

13 de março: Dia Mundial do Rotaract

O Dia Mundial do Rotaract ou “World Rotaract Day”, em 13 de março de cada ano, é uma comemoração internacional, que tem sido festejada por rotaractianos de todo o mundo, e que está oficializada nos Estados brasileiros de São Paulo e Mato Grosso, como “Dia do Rotaract”, Rio Grande do Sul, como “Dia Estadual do Rotaract Club” e Mato Grosso do Sul, como “Dia Estadual do Rotaractiano”.

Essa data comemorativa internacional de rotaractianos tem por fim marcar a data da fundação do Rotaract Club de University of North Carolina-Charlotte, que foi constituído em 13 de março de 1968 na localidade norte-americana de North Charlotte na Carolina do Norte, por iniciativa do RI [Rotary Internacional ou “Rotary International”], e que é reconhecido como o 1º Rotaract do mundo, muito embora os rotarianos tenham patrocinado organizações similares para jovens adultos desde o início da década de 1920, dando asas para uma instituição que hoje reúne mais de 219.000 jovens adultos, espalhados por mais de 178 países e áreas geográficas, sob o patrocínio de mais de 9.500 Rotaract Clubs em todo o mundo.
O Brasil é o segundo país no mundo em concentração de rotaractianos, com o maior número de membros em seu território, atrás somente da Índia. São cerca de 17.300 rotaractianos no Brasil, organizados em 660 núcleos por todo o país.

Para conhecimento, o Rotaract Club é um programa para jovens entre 18 e 30 anos de idade, que conta com uma das maiores atuações junto às comunidades no mundo.

O nome Rotaract, surgiu da expressão Rotary em ação ou “Rotary in Action”, e o seu lema: é Companheirismo através do serviço.

Com o objetivo de desenvolver a liderança, o trabalho em equipe e as relações internacionais, o Rotaract reúne jovens profissionais e estudantes que acreditam poder fazer a diferença, interagindo e transformando a sociedade. Seu trabalho na comunidade mundial é fundamental, diminuindo problemas sociais e elaborando projetos vencedores, como por exemplo: alfabetização, planejamento familiar, fluoretação, palestras de orientação, etc.. numa interação direta com a comunidade ou em parceria com empresas.

O propósito principal do Rotaract, é oferecer uma oportunidade para homens e mulheres jovens para melhorar o conhecimento e as habilidades que irão ajudá-los no desenvolvimento pessoal, para atender as necessidades físicas e sociais de suas comunidades e para promover melhores relações entre os povos de todo o mundo, através de um marco de amizade e serviço.

(Fonte: http://datas.blog/dia-mundial-do-rotaract-ou-world-rotaract-day-13-de-marco/)

Assista ao vídeo alusivo ao cinquentenário do Rotaract, produzido por Rotaract Brasil:

Convite Semana Mundial de Rotaract

A Conarc 2018 chegou ao fim. Mas a transformação não pode parar…Reveja o vídeo que impactou os Rotaractianos de todo o Brasil durante o encerramento da Conarc 2018! Esse é um convite para a Semana Mundial de Rotaract que acontece de 12 a 18 de março e promete fazer história unindo clubes e distritos de todo país para espalhar o nosso ideal de mudança positiva! #Lideresquetransformam#MDIOBrasil #Rotaract50anos #SMR #Rotaract50Guia da Semana Mundial de Rotaract: http://www.omirbrasil.org.br/Downloads/000372.PDFDownload dos Materiais para confecção: https://drive.google.com/folderview?id=1cKWohPSJeMdi2vvRUW_GcyvPoV3KAE-9Link Camiseta Líderes que Transformam: https://perukas.com.br/Loja/index.php?id_product=13&controller=product

Publicado por Rotaract Brasil em Sexta, 2 de fevereiro de 2018

 

 

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Em 8 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher

O dia 8 de março é dedicado às mulheres. As origens dessa data conhecemos. No entanto, é importante conhecermos a atuação das mulheres nos quadros dos Rotary Clubs em todo o mundo. Sabemos que a admissão delas somente foi oficializada no Conselho de Legislação em 1989, após inúmeras tentativas feitas décadas antes. Hoje, não conseguimos imaginar os Rotary Clubs sem a presença feminina. Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e à Mulher em Rotary, reproduzimos um artigo de César Romão, conferencista e escritor:

 

O lado feminino do Rotary

Queiram ou não alguns rotarianos mais conservadores ou conservados, o lado feminino do Rotary está presente desde a sua fundação.

Não dizemos: “o Roda Rotário”, e sim: “a Roda Rotária”; não dizemos: “o Fundação Rotária”, e sim: “a Fundação Rotária”; não dizemos: “o Festivo Rotário”, e sim: “a Festiva Rotária”…

Em todos os contextos, de qualquer organização, o lado feminino está presente, embora muitas pessoas ainda façam de conta que ele nem existe.

Todo lado feminino é inspirado na Mulher: este Ser que dispensa apresentações, mas em alguns Rotarys é muito difícil de apresentá-la.

Por mais incrível que pareça, tenho visto alguns Clubes de Rotary que não têm mulheres em seu quadro social. A princípio pensei que o problema fosse das candidatas regionais, porém, para minha surpresa, o problema está em alguns dos próprios companheiros que não aceitam as mulheres em seus Clubes.

– Que tipo de Rotary Club pode ignorar o potencial feminino e suas qualidades imensuráveis?
– Que tipo de Rotary Club pode, nos tempos de hoje, ainda tentar fazer um Clube do Bolinha?
– Que tipo de Rotary Club pode estar tão atrasado em relação às tendências humanas?
– Que tipo de Rotary Club desperdiçaria a segunda parte da Criação Universal?
– Que tipo de Rotary Club não teria amadurecido nestes últimos 100 anos da criação do Rotary International?
– Que tipo de Rotary Club ainda tem Pica-Pau Rotário?

O meu Rotary Club não é, pois no Rotary Club São Paulo Barra Funda, o lado feminino é festejado e muito incentivado. Lá estamos em busca destas mulheres que possam trazer ao nosso trabalho um incentivo diferenciado, que somente um lado feminino pode ofertar.

Será que Paul Harris teve o apoio de sua esposa para fundar e continuar frequentando o Rotary?

É claro que sim! Se o lado feminino não aprovar, o lado masculino vai apenas respeitar e seguir à risca as instruções.

Mas o lado feminino é tão grandioso que deixa os louros para o lado masculino. As esposas de rotarianos, ao suportarem a carga rotária dos maridos, demonstram o quanto o lado feminino do Rotary é importante.

Aliás, vale lembrar que se o lado feminino fizer pressão para o rotariano afastar-se do Clube, haja motivação rotária para segurá-lo.

Observe quantas mulheres em Presidência de Clubes ou Governadoras de Distrito já temos em Rotarys, e todas com muito sucesso em suas gestões, eis a luz do brilho.

Um rotariano como Paulo Viriato, com certeza, tornou-se um Anjo-Rotário e vou elevar meus pensamentos a ele num gesto de homenagem e também solicitando um pouco de sua consciência aos Rotarys Clubs que ainda não aceitam mulheres em seu quadro social. Não são muitos, mas existem e esta pequena existência pode causar uma contaminação nociva à existência maior.

O lado feminino do Rotary é onde a lógica encontra a compaixão; onde a razão cruza com a emoção; onde o jeito rude masculino submete-se à delicadeza; onde o fazer sem graça encontra a graça; onde a solitária Roda Rotária dos Marcos encontra companhia; onde a seriedade do protocolo encontra alegria; onde o silêncio encontra razões para manifestar-se; onde os motivos encontram ótimas justificativas; onde a dureza do coração encontra a bondade; onde o Servir prolifera em terreno fértil; onde o bater dos talheres nas reuniões cala-se diante da palavra feminina na mesa presidencial ou na tribuna; onde o Sino apenas indica respeito sem gongar; onde o cinza dos Clubes transmuta nas sete cores do arco-íris; onde…

Cuidado! Raros, mas existentes e resistentes Rotary Clubs que ainda não descobriram a importância do lado feminino do Rotary, o exemplo não é “uma” maneira de fazer a ética valer: é a “única”.

Tudo aquilo que reprimimos, no mundo em que vivemos, é uma manifestação sutil de algum assunto ainda mal resolvido dentro de nossas entranhas comportamentais. Quanto maior a luz, maior será a sombra. O caminho da igualdade sempre passa pelos atalhos do respeito com a diversidade.

(Fonte: www.cesarromao.com.br)

 

 

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Dois irmãos mirando na eliminação da hepatite

Por Fred Mesquita, Rotary Club de São Paulo-Jardim das Bandeiras, São Paulo, Brasil, Rotary Voices, 2/2/2018 (Tradução nossa)

A caminho do Paraguai e há um mês na expedição

Dois irmãos, um carro, uma causa social importante, muita coragem e muitas aventuras ao longo do caminho. Foi assim que a nossa Expedição “Me Leva Junto” começou em outubro de 2015, agora mais conhecida como a “Expedição Hepatitis Zero“.

Meu irmão José Eduardo e eu completamos a primeira etapa de nossa expedição, as Américas, em dezembro [2017], viajando por 20 países e visitando 274 cidades no continente americano. Todos os nossos esforços são voluntários; não há patrocínio de nenhuma empresa ou organização.

Fred Mesquita e seu irmão, José Eduardo, na Nicarágua preparando-se para uma entrevista no jornal.

Quando começamos nossa jornada, estabelecemos como objetivo realizar centenas de milhares de exames de hepatite C e visitar todos os continentes do mundo. Além de ter um impacto direto em mais de 50 mil pessoas, nunca sonhamos em almoçar com o presidente de um país, nadar com um tubarão-baleia ou ser convidados de honra em um banquete com uma pessoa sem-teto que só tinha uma cabana de barro para viver. Nossas experiências também incluíram dificuldades, como um quase sequestro no México, o congelamento da nossa barraca e ter o para-brisa do carro quebrado devido ao frio extremo na Patagônia.

Todas essas aventuras e desafios registramos em nosso livro virtual, que narra as reviravoltas de nossa expedição. No Brasil, realizamos aproximadamente 10.000 testes rápidos e diagnosticamos 100 portadores de hepatite, que tiveram as vidas salvas ao serem encaminhados ao tratamento. Nossa meta é levar conhecimento e orientação para milhares de pessoas no mundo sem diagnóstico para Hepatite. Visitamos Rotary Clubs em toda a América, além de nos reunirmos com autoridades em Saúde e com especialistas em universidades e em outros locais.

Os países visitados incluem o Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Guatemala, Belize, México, Estados Unidos, Cuba, Canadá, Islândia.

Você pode apoiar nosso esforço visitando nossa campanha de crowdfunding. Todos os rendimentos obtidos com nosso livro virtual irão ajudar nossa expedição.

 

 

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Fevereiro: Mês da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos

Colaborar para o avanço da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos é um dos mais importantes aspectos dos serviços do Rotary International. Como membros de uma organização mundial, os rotários encontram-se numa posição privilegiada de poder disseminar a boa-vontade no seu país e fora dele.

Como já dizia Paul Harris, fundador do Rotary International: “Para promover a compreensão mundial, precisamos consciencializar um grande número de pessoas – rotários e não-rotários– e esta tarefa não pode ser realizada individualmente”. E, para comemorar o mês da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos nada melhor do que criar consciência sobre a história do Rotary, divulgando os seus trabalhos. 

Compartilhando os sucessos do seu clube, estará contribuindo para que a imagem do Rotary seja respeitada e reconhecida pela comunidade. Além disso, para assegurar a existência de futuras gerações de rotários, o trabalho de promoção do Rotary deve ser realizado também entre os jovens.

No dia 23 de Fevereiro, aniversário do Rotary, comemora-se também o dia da Paz e da Prevenção e Resolução de Conflitos. Todos os Clubes são incentivados a planear eventos para marcar o aniversário de 113 anos do Rotary. Nessa ocasião, todos os clubes devem prestar reconhecimento e dar destaque ao trabalho do Rotary em prol da compreensão, da amizade e da paz mundial.

(Fonte: Rotary Club de Torres Vedras, Portugal)

 

Quadro em destaque acima: “Guerra e Paz” de Cândido Portinari. 
São dois painéis de, aproximadamente, 14 x 10 m cada um produzidos pelo pintor brasileiro Cândido Portinari, entre 1952 e 1956. Os painéis foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, mas antes de partirem, em 1956, foram expostos numa cerimônia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que contou com a presença do então Presidente Juscelino Kubitschek. (Wikipedia)

 

 

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O que são as Conferências Presidenciais da Paz

Em 2018 o presidente do RI, Ian Riseley, será o anfitrião de seis Conferências Presidenciais da Paz que visam conectar o assunto com as outras cinco , e também com o meio ambiente. Esses eventos objetivam:

  • elevar o status do Rotary como líder global em cada uma das áreas de enfoque;
  • mostrar o impacto causado pela Fundação Rotária;
  • instruir e inspirar os participantes a prestar serviços;
  • dar oportunidades a rotarianos e não rotarianos de trabalharem juntos.

As conferências

As conferências são abertas a todos, independentemente da pessoa ser associada de um Rotary Club ou não. Saiba mais sobre cada evento e inscreva-se on-line pelos links a seguir:

10 de fevereiro – , Vancouver, Canadá

17 de fevereiro – , Beirute, Líbano

24 de fevereiro – , Coventry, Inglaterra

17 de março – , Sidney, Austrália

28 de abril – , Taranto, Itália

2 de junho – , Chicago, EUA

Assista ao vídeo do presidente aqui. (inglês)

(Fonte: Rotary International)

 

 

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Conheça Barry Rassin, presidente do Rotary em 2018-19

Rassin fez MBA em saúde e administração hospitalar na Universidade da Flórida e é o primeiro membro do Colégio Americano de Executivos de Assistência Médica nas Bahamas. Recentemente, ele se aposentou depois de 37 anos como presidente do Doctors Hospital Health System, onde continua servindo como consultor. Ele é membro vitalício da Associação Americana de Hospitais e serviu em vários conselhos diretores, incluindo do Quality Council of the Bahamas, Health Education Council, e Employer’s Confederation.

Rotariano desde 1980, Rassin serviu ao Rotary como diretor, líder de treinamento e assessor do presidente de 2015-16, K.R. Ravindran. Atualmente ele é o vice-chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária.

Rassin recebeu o Prêmio Dar de Si Antes de Pensar em Si, a maior homenagem concedida pelo Rotary, além de outros reconhecimentos humanitários por sua liderança a esforços de assistência no Haiti após o terremoto de 2010. Ele e sua esposa, Esther, são doadores extraordinários e Benfeitores da Fundação Rotária.

O presidente eleito de RI Barry Rassin e sua esposa Esther, quando da sua apresentação durante a Assembleia Internacioanl em San Diego, California, EUA.

(Fonte: Rotary International)

 

 

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Lema Presidencial de 2018

Barry Rassin, presidente do RI de 2018-19, quer que todo rotariano “Seja a Inspiração”

Por Hank Sartin, Fotos de Monika Lozinska

No domingo, o presidente eleito do Rotary International, Barry Rassin, falou da sua visão para a nossa organização, pedindo aos líderes presentes que contribuam ao futuro sustentável da entidade inspirando rotarianos e pessoas de fora do Rotary.

Rassin, que é associado do Rotary Club de Nassau Leste, nas Bahamas, revelou seu lema presidencial de 2018-19 — Seja a Inspiração — aos próximos governadores de distritos rotários na Assembleia Internacional do Rotary em San Diego, EUA. “Eu quero que vocês inspirem os rotarianos dos seus clubes a almejar o sucesso, a querer ser mais e ir mais longe. Sejam a motivação que instiga os outros a superar seus limites.”

Rassin enfatizou a força do Rotary contida na declaração de visão da entidade: “Juntos, vemos um mundo onde as pessoas se unem e entram em ação para causar mudanças duradouras em si mesmas, nas suas comunidades e no mundo todo”. Segundo ele, essa declaração descreve o Rotary que seus líderes precisam construir.

Para tornar essa visão em realidade, o presidente eleito falou que os rotarianos precisam cuidar do Rotary: “Nós somos, acima de tudo, uma organização de associados. Se queremos servir, se queremos atingir nossas metas, precisamos, primeiramente, cuidar muito bem dos nossos associados”.

Rassin pediu aos novos governadores que inspirassem “os rotarianos de seus distritos a desejarem promover mudanças, a desejarem fazer mais, a desejarem desenvolver seu potencial ao máximo. “Vocês têm a responsabilidade de incentivá-los, de ajudá-los a progredir”, enfatizou ele.

Progresso na luta contra a pólio

Segundo Rassin, o trabalho do Rotary para a erradicação da pólio é uma fonte imensa de inspiração. Ele descreveu o progresso incrível alcançado nas últimas três décadas. Em 1988, cerca de 350.000 pessoas sofreram paralisia como resultado de infecção pelo vírus da pólio selvagem; em 2017, apenas 21 casos foram documentados até 10 de janeiro. “Nós estamos vivendo um momento incrivelmente empolgante na erradicação da pólio”, comentou ele, “um ponto no qual cada novo caso de pólio pode vir a ser o último”.

Rassin enfatizou que mesmo após o último caso de pólio tiver sido documentado, o trabalho continuará existindo. “A paralisia infantil não estará erradicada até que o comitê responsável confirme isso. Para tanto, nenhum vírus da pólio deve ser encontrado em rios, em esgotos ou em uma criança por pelo menos de três anos”, explicou ele. “Até lá, temos que continuar trabalhando exatamente como agora.” Rassin é defensor das atividades de vigilância em relação ao vírus da pólio e da imunização contra doenças.

Sustentabilidade ambiental

Nos últimos anos, o Rotary tem enfocado fortemente no tema da sustentabilidade em seus serviços humanitários. Rassin é da opinião de que todos devem se conscientizar sobre os problemas reais derivados da poluição, degradação ambiental e mudanças climáticas. Ele observou que 80% de seu próprio país está a um metro do nível do mar. “Considerando os estudos de que o nível do mar subirá dois metros até 2100, em 50 anos meu país desaparecerá, junto com a maioria das ilhas do Caribe e cidades costeiras”, disse ele.

Rassin pediu aos líderes presentes no salão de plenárias que encarassem todo o trabalho desenvolvido pelo Rotary como parte de um sistema global maior. Segundo ele, isso significa que os novos governadores precisam ser uma inspiração não só para seus clubes, mas também para todos na região em que atuam. “Queremos que o bem que fazemos seja duradouro. Queremos tornar o mundo um lugar melhor não apenas onde vivemos, não apenas para nós, mas em todos os lugares, para todos e para as gerações futuras”.

(Fonte: Rotary International)