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1º Concurso de Trovas “Companheiro Josias Ávila” do Distrito 4750 de Rotary International

Participe do 1º Concurso de Trovas do Distrito 4750!

Envie sua trova sobre o tema “O Rotary faz a diferença” até o dia 1 de maio de 2018 para Helter Barcellos para o e-mail helter@centroin.com.br. A premiação será feita no dia 27 de maio, na Conferência Distrital que será realizada em Búzios.

Baixe o regulamento aqui.

 

 

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Portal ajuda a popularizar o interesse pela matemática entre os estudantes

Por Débora Motta

No momento em que o Brasil celebra o Biênio da Matemática 2017-2018, um projeto vem ajudando a popularizar o gosto pela Matemática entre os alunos do Ensino Médio e pode ser utilizado como uma ferramenta de apoio à didática de professores da disciplina. Trata-se do portal Antena Brasileira de Matemática (www.antenabrasil.uff.br), uma iniciativa coordenada pela professora Simone Dantas, do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal Fluminense (IME/UFF), em parceria com a professora Telma Pará, da Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch, ligada à rede Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec-RJ), e também pesquisadora do Laboratório de Sistemas de Potência (Lasp), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O projeto recebeu apoio da FAPERJ por meio do edital Apoio à Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio de Janeiro.

A Antena Brasileira de Matemática é um núcleo de pesquisa, criado em 2008, que se integra à rede de antenas mundiais Maths à Modeler, lideradas pelo professor Sylvain Gravier, da Université Grenoble Alpes, na França, que atualmente é diretor de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa Científica – o Centre National de la Recherche Scientifique, CNRS, considerado a maior agência pública de fomento à pesquisa científica da França. “O Sylvain foi meu orientador durante o doutorado-sanduíche que realizei na França e hoje participa do projeto coordenando essa rede de antenas, que são núcleos de popularização da Matemática, na França e na Bélgica”, conta Simone.

O objetivo dessa rede de pesquisa é difundir entre os estudantes, de forma lúdica, com jogos e brincadeiras, o gosto pela Matemática e, especialmente, introduzi-los ao estudo de um ramo dessa disciplina denominado “Matemática Discreta e Combinatória” – que trata, entre outros conteúdos, de problemas de contagem, como Permutações e Combinações, além da Teoria dos Grafos. Simone explica que essa área da Matemática, estudada por alunos de graduação em Matemática, Engenharias e Ciências da Computação, por exemplo, utiliza representações com grafos para analisar as relações entre os objetos de um determinado conjunto e, assim, tentar elucidar diversas questões presentes no nosso dia-a-dia.

“Imagine a relação de uma pessoa com seus amigos em uma determinada rede social. As pessoas podem ser consideradas como pontos, chamados de vértices e, se duas pessoas são amigas, estes dois pontos são ligados por uma linha, chamada de aresta; esta estrutura é denominada grafo”, resume Simone, que também dá aula de “Matemática Discreta” na graduação em Ciências da Computação da UFF. Os grafos são uma estrutura matemática utilizada para representar diversas situações de interesse prático, e que pode ajudar na resolução de questões em áreas diversas, como na Biologia ou nas Ciências da Computação. “É possível pensar matematicamente as relações de evolução entre DNAs, por exemplo, usando a teoria dos grafos”, acrescenta.

Para popularizar esse tema de forma divertida entre os jovens, o grupo da Antena Brasileira de Matemática vem realizando diversos minicursos, workshops, seminários de análise combinatória, concursos de curtas-metragens voltados para a ciência, intervenções em sala de aula e outras atividades em escolas da rede Faetec e no Colégio Pedro II, no Rio, além de acompanhar, durante viagens de intercâmbio de pesquisa, atividades de difusão da Matemática nas escolas da França, realizadas pelo Maths à Modeler. “Nossas atividades envolvem pessoas de diversas idades e níveis de escolaridade que contribuem, desde a confecção dos materiais disponíveis no portal, até a sua participação em jogos, vídeos, apostilas e artigos. Em todas estas atividades proporcionamos a experimentação do ‘fazer pesquisa’ e o despertar do interesse matemático entre os alunos e o grande público”, diz ela.

Um dos jogos utilizados para tornar mais atraente o ensino de Matemática nas escolas é o Clobber, que trabalha noções de combinatória. O jogo começa com o posicionamento de pedras pretas e brancas nos vértices de um grafo. O movimento consiste em pegar uma pedra e eliminar outra da cor oposta, localizada no vértice adjacente, ocupando assim o seu lugar. O jogo termina quando não for mais possível movimentar as pedras. O objetivo é terminar com o menor número de pedras no tabuleiro.

Outro objetivo do projeto é ajudar no treinamento de recursos humanos na área de Matemática, propondo técnicas pedagógicas lúdicas para alunos do curso de Licenciatura no Instituto de Matemática e Estatística da UFF, que estão se preparando para seguir a carreira de professor ou fazendo uma reciclagem na área. “O projeto também tem contribuído na formação dos alunos de Licenciatura e na reciclagem de professores de Matemática, por meio da apresentação de novas técnicas de ensino mais compatíveis com o cotidiano”, fala Simone.

Apesar de a pesquisa em Matemática brasileira ter conquistado avanços, como a recente entrada do País no “Grupo 5” – o grupo das cinco maiores potências do mundo em pesquisa na área –, segundo classificação da União Matemática Internacional (veja reportagem da FAPERJ sobre o tema aqui: http://www.faperj.br/?id=3525.2.0), a professora reforça que há todo um trabalho de educação básica a ser feito para a melhoria do ensino da disciplina nas escolas.

“Esse ranking refere-se à excelência que temos em pesquisa superior em Matemática, mas, ao mesmo tempo, precisamos fazer com que os alunos tenham uma educação de qualidade na escola para terem a oportunidade de chegar até o nível de pesquisa. Precisamos despertar o interesse pela Matemática desde cedo. Parece que existe, no senso comum, um orgulho de a pessoa dizer que detesta a disciplina, o que demonstra que o ensino precisa ser mais interessante”, conclui.

(Fonte: FAPERJ)

 

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Abril: Mês da Saúde Materno-Infantil

O Rotary proporciona assistência médica de alta qualidade a mães e filhos em condições vulneráveis para que possam viver mais e crescer mais fortes.

Oferecemos educação, vacinas, kits para partos e clinicas moveis. Ensinamos as mulheres a evitarem a transmissão do vírus HIV para os seus bebes, a amamentarem e a protegerem-se a si e aos seus filhos de doenças.

Por meio de apoio e formação para que as comunidades possam oferecer assistência materno-infantil, a Fundação Rotaria ajuda mães e filhos carentes.

O seu clube já realizou algum projeto nesta área? 

(Fonte: Rotary International)

 

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Professor desempregado leva literatura a crianças carentes de Aracaju

“O que eu faço é com amor e sou muito respeitado por elas, que serão os futuros homens e mulheres da nossa cidade”, diz Luiz Carlos Nascimento.

Por Anderson Barbosa, G1 SE, Aracaju, 17/03/2018

A calçada de uma residência localizada em uma rua sem pavimentação, no Bairro 17 de Março em Aracaju, é o local escolhido por um professor desempregado para ensinar literatura às crianças de um dos bairros mais carentes da capital de Sergipe, que neste sábado (17) comemora 163 anos de emancipação política.

A sala de aula improvisada funciona uma vez por semana. Na falta de cadeiras, as crianças acomodam-se no chão e vencem o que seria a primeira barreira para se aproximarem dos livros. Depois, desvendam o conteúdo literário trazidos em uma sacola pelo professor Luiz Carlos. Quando não está em uso, o material de apoio fica exposto em um varal à espera do próximo interessado.

“A Literatura é a forma de despertar outros conhecimentos científicos, além de promover o prazer estético e dar asas a imaginação desses jovens leitores”, professor Luiz Carlos

O trabalho voluntário começou no mês de novembro de 2017, depois que Luiz Carlos participou de um workshop literário. Desde o início do projeto, 12 crianças participam das atividades e enquanto os pais estão trabalhando. “Educação é o meio de transformação sócio- cultural para a vida de cada uma dessas crianças levando respeito, dignidade, conhecimento e independência financeira”, diz com o sorriso no rosto.

A escritora e coordenadora do Projeto Lê Campo/SE, Jeane Caldas, conheceu o trabalho do professor e se apaixonou pela causa. “Ele sempre fez este trabalho, mas agora as ações de leitura foram intensificadas, porque conseguimos que fizesse parte do projeto Rede Ler e Compartilhar e Eu Leio, que fazem parte do programa nacional de incentivo à leitura. O programa disponibiliza sacolas circulantes com 30 livros e oferece formação continuada para os professores e mediadores de leitura, mas não paga nada por esse trabalho. Entrei na parceria por meio da Secretaria de Estado de Educação”, conta.

Não é sempre, mas quando pode o professor retira dinheiro do próprio bolso e compra lanches para a criançada. Uma forma de incentivar a permanência dos alunos e atrair outros meninos e meninas.

Mesmo em um local improvisado, as crianças parecem encantadas com as histórias descobertas nos livros (Foto: Mara Lúcia de Paula)

Combate à deficiência na leitura

O trabalho do sergipano serve de combate à deficiência da leitura ainda no início da vida escolar, como aponta a Avaliação Nacional de Alfabetização, do Ministério da Educação e Cultura (MEC). O estudo revela que mais da metade dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental não consegue nota mínima em matérias básicas. No ano de 2014, a insuficiência em leitura era de 56,17% entre os alunos. Dois anos depois o número teve uma pequena queda, 54,73%.

“Quero ver a melhoria do bairro em que moro e dessas crianças, que muitas vezes vão à escola e não conseguem aprender o conteúdo. O que eu faço é com amor, com carinho e sou muito respeitado por elas, que serão os futuros homens e mulheres da nossa cidade. A maior recompensa é o prazer de contar histórias e contribuir no processo de alfabetização dessas crianças”, conta Luiz Carlos.

Mara Lúcia e a filha Jaycha Rively, de 9 anos, do projeto de literatura (Foto: Arquivo Pessoal)

Quando o professor inicia a história, os olhos da criançada parecem brilhar e ganham a companhia de sorrisos e gargalhadas. Nem mesmo o movimento das ruas tira a concentração dos pequenos leitores. Sinal de que estão envolvidos pelas histórias.

“O que mais gosto é de ler e aprender com as histórias que ele nos conta. O professor é muito bom e trata a gente bem. Tio Luiz Carlos é muito legal comigo e com meus colegas do projeto”, afirma Jaycha Rively, de 9 anos.

A menina é filha da vendedora Mara Lúcia de Paula, que também se mostra feliz com o desprendimento do professor e vizinho de bairro. “O que ele faz é louvável e ajuda a construir o futuro dos nossos filhos, sem cobrar nada. É um grande exemplo pra nossa comunidade e para o Brasil”, diz agradecida.

Professor Luiz Carlos se reúne uma vez por semana com os alunos e trabalhar a literatura infanto-juvenil (Foto: Mara Lúcia de Paula)

A batalha do mestre

Luiz Carlos nasceu no município de Malhada dos Bois e foi criado em Cedro de São João, ambos na Região do Baixo São Francisco de Sergipe. Filho de pais separados, ele é o mais velho entre nove irmãos, o único com nível superior, conquistado no ano de 2012 após cursar Letras/Português em uma universidade particular na capital.

“Concluí a graduação com muita dificuldade financeira, pois estava desempregado. Tive a ajuda de familiares e principalmente de uma ex-diretora da instituição, que me ajudou bastante nesta fase da minha vida”, relembra.

Luiz Carlos já trabalhou em escolas particulares, em programas do governo e atualmente sobrevive dando aulas de reforço em casa, além de fazer ‘bicos’ auxiliando outros professores em projetos educacionais. No mês passado, tudo isso rendeu a ele pouco mais de R$ 200. “É assim que consigo pagar as contas da casa, comprar roupas e alimentos. Deus é quem dá a força pra gente superar todas as dificuldades que a vida nos oferece”, afirma.

Sempre atento aos apelos da comunidade, ele tem como meta fazer um trabalho mais intenso com os jovens e adultos que passam o dia trabalhando e ainda não são alfabetizados.

Fonte: TV Sergipe, via Jornal de Boas Notícias

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Março: Mês dos Recursos Hídricos e Saneamento

Água limpa e saneamento básico são direitos de TODO ser humano. Os rotarianos ajudam diversas comunidades com projetos hídricos e treinamentos sobre bons hábitos de higiene para que as pessoas, sobretudo crianças, possam ter uma vida mais saudável e próspera.

Nosso trabalho não se limita à escavação de poços. Integramos um componente educacional aos nossos projetos, abordando a importância do saneamento básico e da água limpa. Quando as crianças aprendem sobre transmissão de doenças e praticam bons hábitos de higiene, elas faltam menos às aulas e transmitem seus conhecimentos a familiares, ampliando o nosso impacto.

Em março, Mês dos Recursos Hídricos e Saneamento, trabalhamos em prol do objetivo do Rotary de fornecer água e saneamento para todos até 2030.

Veja aqui alguns exemplos de projetos que podem servir de inspiração.

Ajude a divulgar o trabalho do Rotary na área hídrica.

(Fonte: Rotary International)

 

Acima: detalhe do quadro “Illumination” de LeeAnn Brook.

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Como liderar uma reunião voltada a projeto social

Como você introduziria uma ideia para gerar mudanças? Incentivado pela nova flexibilidade da organização no que se refere a reuniões e quadro associativo, o coordenador do Rotary Robert Wallace e sua equipe fizeram um workshop durante a Conferência do Distrito 7070 para mostrar aos clubes como variar o formato das reuniões e criar experiências engajadoras para os rotarianos.

Depois de fazer uma pesquisa com os clubes sobre suas reuniões, eles descobriram que, frequentemente, elas englobavam refeições, discussões operacionais e pedidos de doação. Muitos expressaram que, em vez disso, queriam atividades que envolvessem a comunidade.

Para demonstrar como unir reuniões tradicionais e projetos sociais, os facilitadores do treinamento disseram aos participantes que, depois do evento, iriam doar presentes a um banco de alimentos (seriam itens para famílias carentes comemorarem o aniversário de seus filhos). Depois de explicar a ideia, os participantes foram divididos em grupos para decidirem como iriam preparar as sacolas com as lembrancinhas.
 
No final da sessão, que durou 90 minutos, cada grupo compartilhou com o restante da sala como havia preparado sua sacolinha de presentes. Os facilitadores disseram que o nível de energia e entusiasmo na sala estava muito alto e que os participantes gostaram muito de participar do projeto.  
 
Wallace recomenda que, durante treinamentos sobre mudanças inovadoras, os facilitadores deem aos participantes a chance de interagir e determinar os resultados, sem colocar pressão para que uma decisão seja tomada. 

(Fonte: Rotary Training Talk, fevereiro 2018)

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Mais um ano de sucesso e boas ações

Hoje é o aniversário do Rotary, uma data que merece ser comemorada. Afinal, 113 anos de existência e um lindo histórico de trabalho humanitário não são conquistas fáceis.

É impressionante pensarmos no quanto a organização evoluiu durante a sua trajetória. Um clube de profissionais e empresários que começou com Paul Harris e três amigos na cidade de Chicago, EUA, hoje é uma rede com mais de 1,2 milhão pessoas em centenas de países – homens e mulheres que se unem, trocam ideias e experiências, e entram em ação para fazer a diferença na vida dos que mais precisam.

O primeiro projeto comunitário do Rotary foi a construção de um simples banheiro público em Chicago. Hoje, mais de um século depois, a organização lidera o combate à paralisia infantil no mundo e concentra seus esforços em seis áreas principais:

Promoção da paz: por meio de iniciativas humanitárias, bolsas de estudo e dos Centros Rotary pela Paz, nós entramos em ação para tratar as causas dos conflitos, como pobreza, desigualdade, tensões étnicas, falta de acesso à educação e escassez de recursos.

Combate a doenças: nós lideramos iniciativas grandes e pequenas nessa área. Criamos clínicas itinerantes, centros de doação de sangue e treinamentos para comunidades carentes afetadas por surtos e sem acesso a atendimento médico.

Água limpa e saneamento: nosso trabalho não se limita à escavação de poços. Agregamos um componente educacional aos nossos projetos, abordando a importância do saneamento básico, da água limpa e de bons hábitos de higiene.

Saúde de mães e filhos: nós oferecemos educação, vacinas, kits para partos e clínicas móveis. Ensinamos mulheres a evitarem a transmissão do vírus HIV para seus bebês, amamentarem e protegerem a si e a seus filhos de doenças.

Apoio à educação: nós criamos escolas, implementamos programas de alfabetização, promovemos a inclusão digital e focamos na saúde dos estudantes para que possam aprender e ter um futuro melhor.

Desenvolvimento econômico: nós criamos oportunidades para que pessoas e comunidades possam prosperar financeira e socialmente, oferecendo treinamento, oportunidades de empregos com remuneração adequada e acesso a instituições de microcrédito.

O maior presente de aniversário que podemos dar ao Rotary é nossa determinação contínua de ajudar o próximo e transformar o mundo ao nosso redor. Como dizia Paul Harris: “Seja qual for o significado do Rotary para nós, para o mundo ele será conhecido pelos resultados que alcançar.”

(Fonte: Blog Vozes do Rotary)

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Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água é comemorado anualmente em 22 de março.

O tema do Dia Mundial da Água 2018 será “Soluções Naturais para a Água”.

Esta data foi criada com o objetivo de alertar a população internacional sobre a importância da preservação da água para a sobrevivência de todos os ecossistemas do planeta.

Para isso, todos os anos o Dia Mundial da Água aborda um tema específico sobre este mineral de extrema e absoluta importância para a existência da vida.

A conscientização sobre a urgência da economia deste recurso natural e como utilizado com cuidado é uma das principais metas do Dia da Água.

A água limpa e potável é um direito humano garantido por lei desde 2010, de acordo com a Organização das Nações Unidas – ONU.

Mesmo o planeta Terra sendo constituído aproximadamente 70% de água, apenas 0,7% de toda a água do mundo é potável, ou seja, adequada para o consumo humano.

Origem do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi instituído pela Organização das Nações Unidas – ONU, através da resolução A/RES/47/193 de 21 de fevereiro de 1993, determinando que o dia 22 de março seria a data oficial para comemorar e realizar atividades de reflexão sobre o significado da água para a vida na Terra.

Neste mesmo dia, a ONU lançou a Declaração Universal dos Direitos da Água, que apresenta entre as principais normas:

  1. A água faz parte do patrimônio do planeta;
  2. A água é a seiva do nosso planeta;
  3. Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;
  4. O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;
  5. A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;
  6. A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;
  7. A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;
  8. A utilização da água implica respeito à lei;
  9. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;
  10. O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Atividades para o Dia Mundial da Água

Alunos, pais e professores podem aproveitar o Dia da Água para promover diversas atividades que auxiliem a conscientizar a população em geral sobre a importância da preservação da água, por exemplo:

  • Fazer uma peça de teatro sobre como seria a vida sem água;
  • Fazer desenhos sobre como as pessoas deveriam preservar melhor a água;
  • Fazer um vídeo mostrando alguns cuidados básicos que toda pessoa pode ter para ajudar a preservar a água;
  • Fazer um debate sobre as consequências da falta de água potável no mundo

(Fonte: Calendarr Brasil)

 

ONU-PNUD BRASIL (Fórum Mundial das Águas) – Brasilia (DF) – 2018

Por Valmir Jesus Silva, 11 de abril de 2017

A preservação da água é de suma importância para o alcance de alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

No próximo ano [2018], o Brasil receberá o 8º Fórum Mundial da Água, maior evento sobre água do mundo, o qual visa promover conscientização sobre a importância dos recursos hídricos.

Por isso, foi aberta uma plataforma online, dividida em salas, para incentivar as pessoas a expressarem suas opiniões sobre os 6 temas escolhidos para o evento.

A Rede Brasil do Pacto Global é a moderadora da sala de “Pessoas”, que debaterá, em especial, assuntos conectados aos #ODS6 (Água Potável e Saneamento) e #ODS3 (Saúde e Bem-estar). Para participar, basta acessar: http://bit.ly/2leXYfC

(Fonte: https://pt.linkedin.com/pulse/onu-pnud-brasil-forum-mundial-das-%C3%A1guas-brasiliadf-2018-silva)