Poluição do óleo de cozinha pode mudar com apoio do Comércio

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Poluição do óleo de cozinha pode mudar com apoio do Comércio

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) estão empenhados num trabalho de apoio e conscientização junto ao comércio, condomínios, empresas em geral e à população, para que colaborem a fim de que o descarte de óleo de cozinha usado não seja despejado na pia, em ralos ou no vaso dos banheiros. A medida visa a evitar o alto grau de poluição nas tubulações domiciliares, comerciais e nos danos ambientais de rios, lagoras e mares.

Segundo a Coordenadora do Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove), do Inea, Carmem Lucariny, “quando é jogado na pia ou no ralo, o óleo entope a tubulação. O cano fica fechado por causa da gordura, parecendo cimentado e todo o sistema da rede de esgoto fica prejudicado. Quando não passa pela estação de tratamento e vai para o rio ou para o mar, a cadeia de gordura demora meses para se desfazer.”

Criado no final de 2007 para incentivar a coleta de óleo vegetal destinado à fabricação de biodiesel, o Prove trabalha, atualmente, com 40 cooperativas no Grande rio e supervisiona o trabalho de reciclagem em 40 municípios fluminenses. O Programa se empenha em mudar o procedimento da população em relação à reciclagem, fazendo com que o óleo “não seja jogado no ralo enquanto o lixo orgânico é despejado na lixeira.”

(Fonte: Revista “O Lojista”, Niterói, CDL, Agosto 2010)

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