No tamanho dos desafios

Informativo nº 76, Fundação de Rotarianos de São Paulo

EDRI Hipólito S. Ferreira, EGD Eduardo de Barros Pimentel, PRI D.K. Lee e DRI Themístocles Pinho.

Os grandes desafios do Rotary foram abordados em 18 de setembro, em Belo Horizonte, no V Encontro de Rotarianos de Países de Língua Portuguesa, aberto pelo DRI Themístocles Pinho e presidido por Eduardo de Barros Pimentel, com a presença do presidente do Rotary International, Dong Kurn Lee, que dedicou palavras incentivadoras. Iniciativa da Comissão Interpaíses Brasil-Portugal & Países de Língua Oficial Portuguesa (CIP_PLOP), o encontro colocou em discussão temas vitais dos “desafios” – a água, o analfabetismo, a fome, a mortalidade infantil, as doenças – nos países de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Contou, ainda, com participação especial do EDRI Carlos Enrique Speroni, que recordou o Institutos Rotários (Cuiabá-2005 e Atibaia-2006) por ele convocados, e expressou: “isto já começava a ser uma realidade. O que observo, aqui, me enche de satisfação, porque os ‘sonhos’ de então começam a se converter em ações”.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil foi representado pelo 1° Secretário Marcelo Câmara, do Departamento da África, destacado, ainda, em representação da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa). “Os movimentos sociais criaram expectativas naturais de aproximação do Brasil com esses países e aqui está a importância do Rotary, que é um braço da sociedade civil nesses países”, disse.

Portugal foi representado pelo vice-cônsul em Belém, Octacílio Ferreira Cristo, que leu carta do embaixador de Portugal, Francisco Seixas, expressando sua admiração pela atuação do Rotary. O país, ainda, contou com marcantes presenças dos rotarianos dos distritos D-1960, EGD Henrique Gomes de Almeida e EGD José Carlos Estorninho, e do governador Henrique Maria Alves do D-1970.

Desafios – O cônsul geral de Cabo Verde, Aguinaldo Paulo da Silva Rocha, prestigiou o evento mostrando como seu país vem vencendo esses “desafios”, destacando o esforço pela capacitação profissional e acadêmica das novas gerações. Angola, retrato do paradoxo, enfrenta acelerado desenvolvimento e, ao mesmo tempo, queda da qualidade de vida, conforme revelou o presidente do RC-Luanda Manuel Correia, expondo, com franqueza, as dificuldades enfrentadas pelo Rotary nas suas ações.

Na última plenária do instituto, o presidente da CIP_PLOP, Eduardo de Barros Pimentel, fez um balanço da ativa demonstração dos rotarianos participantes do V Encontro com propostas significativas que se somarão às ações já desenvolvidas. “Fico satisfeito porque foram chamados pela nossa missão e aspiração de fazer com que os 8 países possam se unir e buscar, nesse entendimento da língua comum, a paz, o desenvolvimento, a valorização do ser humano”, finalizou Pimentel.

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